1 bilhão para troca de cédulas, segundo o Banco Central.
O Banco Central divulgou!
Com alguns tamanhos bem diferenciados e alguns detalhes em alto relevo que atenderão às necessidades dos deficientes visuais, as novas notas de R$ 2, R$ 5, R$ 10, R$ 20, R$ 50 e R$100 divulgadas pelo o BC darão um auxílio à áqueles que têm dificuldades de identificar as atuais notas que não possuem tal facilidade.
As novas cédulas conterão itens de segurança mais sofisticados e layout mais atraente, com destaque para as de R$ 50 e de R$ 100, que terão as atuais figuras de animais na horizontal e em imagem tridimensional, afirma o BC.
As notas de menor valor - de R$ 2, R$ 5, R$ 10 e R$ 20 - serão trocadas gradualmente até 2012, enquanto as de R$ 50 e R$ 100 vão começar a circular até junho deste ano!!
Vamos ver no que dá, apesar que gastar 1 bi é absurdo, mas ao menos favorecerão à todos!
"Se não há café para todos, não terá para ninguém." Che Guevara.
Bom final de semana a todos! Juízo, pois segunda-feira já está por ai! risos.
A CHUVA - O TESTE DE PACIÊNCIA - CAOS E 4 HORAS E MEIA DE TRÂNSITO!
Largo do Arouche, no centro, às 18:24hs o tempo fecha, a chuva começa a cair e a paciência do paulistano também.
Largo do Arouche às 18:26 (República/Centro) - São Paulo escurece aos poucos, e a chuva não dá tregua.
Vista de cima da ponte do tietê, entre o Terminal Rodoviário do Tietê(esquerda) e Shopping D(direita) às 20:05hs. A Chuva castiga mais uma vez São Paulo.
"Chove Chuva Chove sem parar...
Pois eu vou fazer uma prece Prá Deus, nosso Senhor Prá chuva parar De molhar o meu divino amor...", Jorge Ben Jor.
Me pego a pensar como podem os jovens, os pré-adolescentes e os adolescentes amar tão cedo. O amor é algo fundamental para a sobrevivência humana, ele quebra barreiras e desperta a sensação do bem-estar consigo mesmo. Todos, ou, alguns querem amar seja de uma forma sutil ou fervorosa, bastando apenas ambos os corações baterem no mesmo ritmo, se não, o desencontro será grande.
Não só apenas percebo a ansiedade de poder sentir esse sentimento chamado amor, que me faz acreditar o quão volúveis hoje alguns jovens, adolescentes, ou até mesmo pré-adolescentes em relação ao amor, porque o que aparenta ser uma brincadeira de fase acaba se tornando algo de aceitação diante à sociedade que os rodeia, melhor dizendo, os amigos.
Sentimento não é algo que podemos comprá-lo em uma farmácia, banca de jornal, padaria ou em algum shopping-center, álias, pensando bem é possível de obtê-lo através de um valor físico, pois quantas vezes vemos a cena de alguem, se satisfazer com tão pouco, uma camiseta, um brinco, um tênis, um sapato ou até mesmo um óculos? Mas essa não é a reflexão do comprar ou não, a reflexão é amar tão imaturamente que acaba-se perdendo o frescor de viver sem cobranças, acaba-se perdendo a pura inocência precocemente.
O viver sem cobranças faz o amadurecimento precoce correr nas veias de nossos jovens, por pura adrenalina, o alto nível de testosterona é atingido, e dará uma abertura para o próximo passo à ser adotado, que engloba manter tal comportamento como modelo padrão. Tal esse modelo que é facilmente encontrado e exposto por meio das mensagens nas redes sociais: orkut, bate-papo, facebook, twitter, flickr, fotolog, sites de relacionamento e etc, fazem a fantasia se tornar realidade e por mais rápido que seja todos saem perdendo.
Quantas histórias com final feliz já escutamos quando o assunto é amor na adolescência? Poucas, particularmente eu nunca escutei tal coisa, mas não sou o único sobrevivente no mundo, você pode ter ouvido por ai tal história surreal. O adolescente quando se depara com a realidade teme uma rejeição, que propositalmente fortalece a idéia de ter um “amor maior”, assim como diz a banda Jota Quest.
Amor maior? Com apenas 16 anos, o comportamento que eles deveriam ao menos adotar é assistir à televisão, descansar, estudar, sair para badalar, sem compromisso e sem envolvimento, claro, de fato, cada cabeça têm o seu mestre e tal mestre irá lhe aconselhar o que é melhor para você. Não imagino a próxima geração sem ter alguém ao lado, para compartilhar momentos, alegrias e felicidades, pois sentimentalmente, é claro, é o mais convencional.
Por enquanto que àquela paixão fogosa não despertou dentro de alguns, mas com a velocidade que avançamos na dispersão das informações, a probabilidade deles serem atingidos é maior e com uma maior rapidez.
Não estou pedindo esquecimento do amor aos jovens, é o melhor e mais puro, assim explica a natureza, por isso, quando converso com àqueles despreparados “psicologicamente”, aconselho-os ter um pouco mais de vontade de viver, sem fronteiras, cobranças, ânsia de amar, ou ilusões, que o tempo resolverá todos esses setores. Pois também, é algo que a vida naturalmente irá oferecer.
"Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim"
(Chico Xavier)
O Episódio ocorrido na Universidade Uniban, na semana passada, faz lembrar o uso do bom senso que hoje não mais habita os camps das universidades, meninas trajando roupas curtas ou quase seminuas, traz à tona a preocupação do olhar sobre a figura feminina.
Correto é afirmar que o abuso da universitária Geisy Arruda fez para com os demais, é absurdo, pois o ambiente, além de estudantil é de respeito. No entanto, toda ação tem a sua devida reação, e essa reação partiu dos próprios estudantes, a universidade nada mais é uma Instituição de Ensino, e não uma passarela da moda, que proporciona desfile de alto e baixo calão, pois leva a todos crer que a liberdade de expressão seja confundida com libertinagem na expressão. Abuso melhor dizendo.
Praticamente, estamos convivendo com o uso da imagem negativa da mulher, que ao invés de pedir o respeito e a igualdade social, provoca tal tumulto em determinados ambientes, sujeitando-se e limitando-se ao uso do pouco pano ou do apelo para conseguir o devido espaço dentro de uma sociedade.
Essa, sem sobra de dúvida é uma visão da faculdade e de seus “advogados”, ao contribuírem para o julgamento de valores, que os colegas de Geisy fizeram sobre ela e seu micro vestido vermelho/rosa.
Tenho uma visão diferente
Embora a atitude da Universidade tenha sido precipitada, a expulsão da aula Geisy só contribui para uma única visão e a pior: o machismo. A total liberdade de expressão faz-se igual a todos aqueles estudantes da Unitalebaan (referência ao Talibã), estejam eles trajados adequadamente para irem à aula, nada justifica a atitude ridícula dos alunos, que acharam por alguns segundos agredirem verbalmente a estudante.
Atitude essa que preocupa, até mesmo pela amplitude que obteve, então faço a pergunta: porque o respeito da figura feminina se perde no meio de um micro vestido?
O Uso de um traje curto aos olhos daqueles estudantes parece algo imoral, e não digno de tolerância, no entanto, essa tolerância é esquecida à medida que os abutres saem à caça de alguém indefeso e frágil.
A acusação feita em base de um traje é simplesmente algo intolerável, já que estamos em um pais Latino e não no Oriente Médio, no qual as mulheres são tratadas como criminosas ao usar algo além da burca.
O Desrespeito da Universidade para com a estudante foi a pior parte desse acontecimento, pois a falha na segurança prometida teve de fazê-la sair do local de estudo, não só escoltada pela polícia militar, mas igual a um criminoso, dando apoio total para balburdia e a atitude desumana, daqueles que dizem ser o futuro do nosso país.
“Os miseráveis não têm outro remédio a não ser a esperança.” – William Shakespeare
Blogueiro não é Jornalista, mas funciona como uma ferramenta para o jornalismo
Blogueiros não podem ser considerados como jornalistas, porque se formos parar pára analisar, o blog é uma ferramenta, não um jornal. Existem claro, blogs de jornalistas, que levam a sério a sua função de não apenas criar um “diário online”, mas transmitir a informação correta. O Blog ajuda, e até às vezes atrapalha na busca da veracidade da informação “postada”, pois não há a mesma hierarquia que existe na mídia impressa ex; pauteiro, repórter, redator, chefe de reportagem, editor e fechador. Alguns já têm ou tiveram um blog, seja por diversão ou a trabalho.
A função do blog é oferecer diversidade de informação, ou, simplesmente um diário na internet, que propõe discussão aberta sobre diversos assuntos; notícia de bolo, a balada mais comentada da cidade, um diário virtual e etc. Por isso, podemos denominar um blog como ferramenta não oficial de um jornalista, mesmo que, a profissão não exija o diploma para ser exercida.
Com a disponibilidade e diversidade de informação rápida que a internet oferece o jornalista, não é considerado como o único que pode divulgar ou trazer furos de reportagens relevantes, diferentes e diversas. O blogueiro também pode exercer essa função. Mas até quando a população poderá confiar nas informações passadas por eles? Claro, o jornalista também é humano e erra, mas checa diversas fontes, antes de direcionar o seu trabalho para a população, até pelo o fardo que carrega nas costas.
O Papel do Jornalista e o do Blogueiro são totalmente diferentes, um exerce sua função para formar opinião, propõe reflexão e segue uma conduta rígida de ser imparcial, já o outro não tem de ser imparcial, faz o que realmente deseja e põe sua opinião seja crítica ou opinativa
O crescimento dos blogs pode assustar, mas a liberdade de expressão do pensamento humano só tende a crescer, por isso, acreditamos que esse possa ser o móvito do crescimento dos diários virtuais. Um blogueiro não é pior nem, melhor que um jornalista, mas há todo um estudo, embasamento e pratica por trás da profissão que ao menos é ensinado hoje no curso das faculdades. A liberdade para a elaboração dos textos que serão publicados pelos os jornalistas, não é a mesma liberdade que um blogueiro tem ao seu favor, até mesmo porque os blogs não necessariamente precisam seguir rigidamente uma ética profissional, igual a um jornalista. O jornalista tem que ser imparcial, não podendo se deixar levar pelas suas crenças e opiniões.
A população pode aprender sim com as informações publicadas em um blog seja ele de um jornalista ou de um amador, mas a veracidade da informação e as opiniões serão diferentes; o blog tem sua essência conhecida como “liberdade de opinião”, já o jornalista “formador de opinião e orientador de uma sociedade”. A mesma hierarquia que há no jornalismo impresso, não há em um blog virtual, pois se o blog começa a ser reproduzido por notícias focadas ao jornalismo, perde a sua essência – a liberdade de expressão.
"A melhor notícia não é a quese dá primeiro, mas a que se dá melhor." (Gabriel García Márquez).
Hoje, como de costume fui ao Cinema. Entre as escolhas estavam “Inimigos Públicos”,“ Harry Potter e o Príncipe Mestiço” e “À Deriva”. Li esses dias uma crítica muitíssimo boa do À Deriva, então decidi assisti-lo, e posso lhes dizer que não me arrependi em momento algum na escolha. Fato é que sou fã nº1 da saga Harry Potter, mas além, disso tudo o ator Vicent Cassel é um dos protagonistas do filme, junto a Deborah Bloch que faz o papel de sua mulher.Literalmente e com a boca cheia posso dizer e assumir que, esse é o filme do ano.
Além de que ele foi indicado ao festival internacional de CANNES, o filme é uma produção nacional para o espanto de muitos que torcem as “narinas” para o cinema brasileiro. A mistura de realidade misturada com fantasia, À Deriva é um filme contagiante desde a sua trilha sonora espetacularmente escolhida a dedo, a fotografia, o vestuário e claro a locação do filme que foi feita em terras brasileiras e sem dúvidas, é deslumbrante. O filme faz com que identifiquemos coisas do cotidiano de qualquer pessoa, pois quem nunca ouviu falar em traição, já traiu ou conviveu com a traição e não pode fazer absolutamente nada, se identificará muitíssimo com o filme. A relação entre realidade e cinema, é claramente demonstrada no filme que trás na sua história aquela velha e clássica história de um casamento mal sucedido, com filhos perfeitos, casa na praia, amigos, família e conforto tudo isso em algum determinado momento do filme vem a desmoronar, já que o casal está enfrentando uma crise e tenta superá-la de qualquer forma possível. Pois aqueles que sofrem mais com tudo isso são sem sombra de dúvidas os filhos, que sem culpa nem malícia acabam levando a pior sempre. Ou estou errado?
O filme busca entender e explicar como as crianças perdem a inocência e deixam o conto de fadas de lado, dando abertura para a vida real entrar e acabar com elas. Medo, de talvez sofrer igual aos pais, receio em ser igual a eles, até porque sabemos que a criança toma os pais como o maior exemplo para si próprio. Engana-se àquele que diz que o filme será mais um besteirol brasileiro jogado nas telonas, mas acredito que a mistura euro-brasileira, se é que podemos chamar essa nova geração que vem ganhando o espaço nos grandes cinemas, ao invés daquela chatice americana com efeitos, meio intrigante e final deslumbrante. Cansei de tudo isso, e faz tempo, mas há quem ainda goste dos filmes hollywoodianos a um bom cinema europeu. Posso citar vários filmes europeus que são ótimos e não deixam a desejar. Voltando ao assunto principal que é o filme, risos, a escolha da roupa dos personagens é feita por Alexandre Herchcovitch, o grande imperador da moda brasileira, que não sai por baixo como tudo que é produzido por ele mesmo. Mistura de anos 80, com pitada de anos 90 o diretor Heitor Dhalia tenta retratar que julgarmos antes as pessoas não é um bom ato a ser feito, antes de conhecermos as causas na qual nos levam a fazer tal tipo de julgamento. Pelo o meu ponto de vista, o filme passa uma mensagem clara, que é adorar a tudo o que lhe faz bem, antes que perceba que é tarde demais para voltar atrás e reconquistar aquilo que já foi perdido. Não há críticas a serem feitas ao filme, tanto a presença ilustre de um ator que anda ganhando um espaço reservado em mim e nas telonas (não, eu não estou apaixonado por Vicent). Até por que ele é casado e muito bem casado obrigado, risos. A sua forma em se expressar é mais do que esperada por muitos, que pensavam que o “português” do ator iria falhar em cena e posso lhes garantir que ele fala como um legítimo brasileirinho.
Vale à pena conferir nos cinemas o lançamento do diretor Heitor Dhalia, o mesmo diretor de “O Cheiro do Ralo”. O filme deixará você pensando se ele terá continuação. Pode apostar que é uma boa escolha.